17- UYUNI – POTOSI – LA QUIACA

A estrada entre o Salar e a cidade de Potosi (aquela mesmo que ouvimos falar nas aulas de 2º grau quando estudamos sobre a exploração das minas de prata na América pelos Espanhóis), é quase toda asfaltada, estando adiantadas as obras nos 30 Km restantes. Esta observação é importante registrar: a Bolivia na sua parte sul está se transformando por meio da construção e pavimentação de grandes trechos rodoviários. É obra para todo lado, muita máquina e gente trabalhando, inclusive nos domingos. As pessoas com quem conversamos falam com satisfação destas transformações. Na cidade de Potosi chegamos por volta do meio-dia, nos hospedamos no mesmo hotel do time do Real Potosi, que naquele momento saia para um jogo amistoso preparatório para a partida pela pré  libertadores contra o Flamengo no dia 25 de janeiro aqui em Potosi. A noite nos reencontramos e ficamos sabendo que ganharam o jogo por 2 a 0, com direito a foto com um dos jogadores (Alberto) . A cidade no domingo é de movimento na rua, em barracas que vendem de comida a roupas. Mas nada de bebida gelada, tudo a temperatura ambiente por aqui. O casario antigo predomina no centro com ruas e calçadas muito estreitas. São imponentes as igrejas e o museu “Casa da Moneda”, que não foi possível visita porque fica fechado aos domingos e também as segundas-feiras. De Potosi até La Quiaca, cidade Argentina que faz a fronteira Boliviana, são 350 Km.  O que se vê é uma terra ora arenosa ora com pedras, muito pouco cultivo e grandes rebanhos de cabrito. Chegamos a meia tarde, fizemos os trâmites de aduana que levou mais de uma hora, tentamos abastecimento sem sucesso porque não tem combustível na cidade hoje (santa  reserva  de 20 litros que sempre vamos levando), nos instalamos no hotel e voltamos as compras na cidade boliviana de Villazón.   

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