8 de Fevereiro - CAMINHO PARA BUENOS AIRES

A chuva atrapalhou mas o grupo usou o que pode daquela  manhã na cidade de Rosário conhecendo alguns de seus atrativos mais famosos. O monumento a bandeira é um daqueles lugares que se vê e se sente. Homenageia o movimento de liberdade Argentino, que teve na cidade o seu berço. É especialmente belo. Se percebe um grande numero de idosos na cidade. E eles são os moradores mais atenciosos e simpáticos. Na entrada de um tradicional Café, uma senhora quis posar para uma foto com o grupo. Na passagem pelas ruas, um motorista buzinou muito e no sinal fez abordagem perguntando se o grupo precisava de alguma coisa. Para a saída da cidade um outro indicou o caminho mais seguro. São boas coisas para se recordar. O caminho para Buenos Aires é por uma auto via privatizada, onde a velocidade permitida, mesmo já chegando na Capital, é de até 130 Km/h. Os motoristas não se constrangem em ultrapassar pela direita nem de exagerar na velocidade. Foi preciso ter a atenção redobrada. E chegar em Buenos Aires foi a maior aventura. Oito pistas velozes cheia de saídas para as principais avenidas e bairros da cidade. Todos desconheciam a cidade mas mesmo assim se preferiu arriscar uma chegada sozinhos ao Hotel. E quase que não dá! A moto do Alisson “morreu” numa avenida totalmente engarrafada e só saiu de lá empurrada. Que mico! Tudo por causa de uma bateria descarregada. Mas, enfim, se conseguiu! Todo mundo cansado mas contente e em segurança.

É preciso registrar também que todos estavam confusos com tanta moeda. Em Rosário já tinha gente “se achando” porque tinha 04 moedas diferentes no bolso. A cada coisa era preciso fazer combinações de cotação para saber se algo estava caro ou barato. Mas foi um exercício bem legal e divertido.
E a dificuldade com o idioma também pregava algumas peças na galera. Ainda em Rosário, o Folle tomou café quase sem leite porque não conseguiu fazer a copeira do hotel parar de servir café. Dizia ele, “tá bom, tá bom” e nada dela parar, até que no desespero ele fez um sinal de mão que ela entendeu e calmamente disse: “ah, basta, basta”. Mas a xícara já estava sem espaço para mais nada.