22/12 - Mar Del Plata

A cidade é muito grande e movimentada, mesmo em plena terça-feira. É planejada, com ruas largas mas também com seus problemas de estacionamento.  As motocicletas não tem vez. Sem espaço para estacionar sobra para elas as calçadas,  praças e até o calçadão.

De manhã precisamos ir ao banco para mandar dinheiro para o hotel no Ushuaia  e fazer câmbio, este último muito demorado.

No caminho para o banco encontramos um calendário diário que permitiu marcar para a posteridade este aniversário do Weber, afinal, não é qualquer um que vem a Mar Del Plata comemorar a passagem de idade.   

E o resto do dia foi para passeios. Imaginamos ter caminhado perto de 8 Km pelo comércio, praças e via costeira. Aliás, a organização da beira mar é impressionante. Possivelmente para fugir do vento, se organizam centenas de pequenas tendas em espaços cercados, com cadeiras, mesas e em algumas, até piscina para os usuários, que acessam estes espaços mediante paga. A praia com acesso livre se restringe a uma pequena faixa de areia  junto à água.  Há toda uma estrutura preparada para servir os banhistas, muitos bares e lojas.

Mas não deu para entrar na água. É muuuuito vento. O sol queima fácil porque não se sente sua intensidade. Este lugar é muito preparado para as férias de verão, mas pudemos entender perfeitamente porque os argentinos preferem subir até as praias catarinenses.

Na via Costeira está o Cassino Central,  ao redor do qual se organiza a beira mar. É uma construção monumental que data de 1938 e símbolo da cidade. Abriga, entre outras coisas, um cassino, um centro de educação física que serviu aos jogos Panamericanos de 1995, uma escola de hotelaria e a sala de teatro Ástor Piazzolla.
O jantar de hoje é por conta do Weber (diz ele que vai ser “Pancho” com cerveja.  Miserável).

E amanhã cedo  seguimos  viagem para Viedna.