CHAPADA DOS VEADEIROS

O primeiro passo logo cedo foi contratar um guia para o roteiro pela chapada. Contratamos o Tião, que se revelou um guia experiente e bem relacionado, além de um excelente fotógrafo e conhecedor da cultura, flora e fauna da região. Quem precisar de um guia na chapada recomendamos o Tião (62) 8416 9516 ou (62) 9667 3933 – tiaoguia@hotmail.com
O tempo foi muito curto para ver o que o circuito da chapada oferece. Precisaria no mínimo uma semana. Pudemos fazer seis atrações indicadas pelo guia com cachoeiras fantásticas como Almécegas I e II e queda de São Bento, que renderam belas fotos e banho. Um vale com Buritis ladeado por montanhas chamado Jardim de Maytrea.
O incrível Vale da Lua com surpreendentes esculturas na pedra de arenito e poços de água límpida em tons de verde, que forçaram um mergulho, inclusive de cueca, muitas brincadeiras e risadas.
Também um lugar “diferentex” chamado Raizama com cachoeiras e belas plantas. Neste lugar acontece anualmente um festival alternativo de música.
Depois, uma passadinha no povoado de São Jorge e a parada para almoço às 18h no Rancho do Valdomiro para comer Matula, prato típico originário dos tropeiros da região. Guardamos a receita, mas é um espetáculo! Vejam algumas fotos das mais de 200 do dia.

E o escorpião voador?
Isso foi entre Brasília e a Chapada. Ao parar pra fotografar, o Alisson colidiu com um bicho desconhecido dele e despedaçou o animal, sobrando só o ferrão, que ele disse que era muito parecido, quase igual, igual ao do escorpião (escorpião voando???). Quando voltava para a estrada o “ferrão” picou ele na ponta do dedo. Depois da picada ele deu pisca, sinal de luz, fez todos pararem no acostamento, retirou o sangue do local, cuspiu fora e foi um custo convencê-lo de que era improvável estar carregando um escorpião por tantos quilômetros (escorpião surfista de moto!), ou que o bicho tinha voado para mordê-lo na mão. Então ele se acalmou e seguiu viagem.