DE TUCURUÍ A BELÉM

O asfalto deste trajeto é também muito ruim, com vários trechos quase intransitáveis.
Mas compensações apareceram no final. Optamos por chegar a Belém pela balsa, num percurso de mais de uma hora. O visual de chegada, encontrando a Baía de Guajará, é muito bonito.
E Belém surpreendeu. É uma cidade de contrastes em si, mas bem preparada para receber o turista. O centro histórico tem construções belíssimas, algumas não tão conservadas. O Museu de Arte Sacra, com sua arquitetura interior e suas belas peças será inesquecível. O Forte, o Relógio da Praça, o Festival Cultural de verão que acontecia na semana, a Casa das 11 janelas, o Mangal das Garças e o Mercado “Ver-o-Peso” também. Neste último, gastamos um dia inteiro debaixo de um calor intenso, mas entusiasmados com tudo que se pode ver por lá. A cerâmica Marajoara agradou particularmente o grupo e aumentou a bagagem de retorno.
O povo é muito amistoso e para quem gosta de apreciar o passado e o regionalismo, as construções, os pontos históricos, as comidas, o artesanato e os hábitos típicos de Belém são a pedida certa. E tem, ainda, um belo pôr do sol na Baía.